segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Combate à miséria passa pelo Cooperativismo e pela Agricultura Familiar


O combate à miséria vai passar diretamente pela área rural brasileira. É onde estão 47% dos pobres no país. É o que defende o relator da MP que trata de ações inseridas no Plano Brasil Sem Miséria, deputado Assis do Couto (PT-PR). 
“Estou como relator da Medida Provisória 535, que estrutura vários programas de combate à pobreza, que é uma das marcas da nossa presidenta Dilma, a MP do Plano Brasil Sem Miséria. Então estou relatando essa MP com muitas reuniões no governo, com as entidades, com os deputados, que apresentaram emendas, e queremos oferecer o melhor que nós pudermos para que a presidenta Dilma alcance este tão nobre, mas tão desafiador objetivo, de combater a pobreza no país. 
“Então a economia brasileira tende a crescer, a ser uma das economias mais fortes do mundo, portanto seria contraditório uma economia forte, rica, com pessoas vivendo na pobreza”, defende Couto. Para resolver a questão, a Agricultura Familiar e o Cooperativismo deverão ser o centro do projeto de combate à miséria no Brasil, como adiante Assis do Couto. 
“Hoje o produtor de matéria prima ele transfere para outros setores da economia grande parte da riqueza produzida, então com isso também nós queremos nesta MP de combate a pobreza, estruturar um programa de apoio, de incentivo ao cooperativismo da agricultura familiar”.
Incentivo ao mercado interno
As crises internacionais têm servido de escola para o Brasil, com ações como o incentivo a indústria nacional. Segundo Assis do Couto, é nessa área que o governo deve encontrar saídas para o fim da miséria. “Agora a maior sustentação da nossa economia que superou a crise de 2008, e que tenderá superar a nova crise macroeconômica mundial é o nosso mercado interno. E não há mercado interno com gente pobre. Mercado interno se faz com classe média. Acho que essa é uma busca necessária do governo da presidenta Dilma na continuidade daquilo que fora realizado pelo governo do presidente Lula”.

Confira abaixo a transcrição da entrevista de Assis do Couto.

“Nós estamos inclusive visitando algumas experiências positivas, exitosas no combate a pobreza, principalmente a pobreza rural, porque 47% dos pobres no Brasil estão na área rural. Embora tenhamos menos de 20% da população vivendo no meio rural. Então nós precisamos estruturar bem os programas que combatam essa situação nas áreas rurais, que é muito diversificada. No Sul é uma realidade, no Centro-oeste é outra, Norte e Nordeste, Sudeste, e nós estamos tentando equacionar essas realidades para que o programa de Combate a Pobreza tenha êxito”.
“Então a economia brasileira tende a crescer, a ser uma das economias mais fortes do mundo, portanto seria contraditório uma economia forte, rica, com pessoas vivendo na pobreza. Então nós podemos vender essa imagem de uma economia forte, se nós vendermos junto com isso uma imagem de um país que conseguiu vencer essa que é uma das chagas seculares do Brasil que é a pobreza. Hoje o produtor de matéria prima ele transfere para outros setores da economia grande parte da riqueza produzida, então com isso também nós queremos nesta MP de combate a pobreza, estruturar um programa de apoio, de incentivo ao cooperativismo da agricultura familiar. Porque esses agricultores mais pobres individualmente eles não vão conseguir superar os desafios que eles enfrentam na industrialização, no mercado, só a através das Cooperativas poderão fazer isso. Então nós também estamos tratando desse tema do cooperativismo inclusive de olho no ano de 2012, que é o ano internacional das cooperativas, instituído pela ONU. E na sua carta a ONU deixa muito claro que as cooperativas no mundo inteiro foram capazes e são responsáveis pela superação de situações de pobreza em várias regiões do mundo. E a ONU vai cobrar de cada governo no mundo inteiro, ações concretas em defesa e em políticas de incentivo ao cooperativismo. Nossa presidenta Dilma com certeza estruturará programas de apoio ao cooperativismo. Principalmente nesse campo da agricultura familiar, e da economia solidária, que são hoje responsáveis por tirar muitas pessoas da situação de pobreza”.
“Agora a maior sustentação da nossa economia que superou a crise de 2008, e que tenderá superar a nova crise macroeconômica mundial é o nosso mercado interno. E não há mercado interno com gente pobre. Mercado interno se faz com classe média. Acho que essa é uma busca necessária do governo da presidenta Dilma na continuidade daquilo que fora realizado pelo governo do presidente Lula”.
(Portal do PT)

RádioPT - Assis do Couto fala sobre Brasil Sem Miséria

by ptbrasil

Combate à miséria passa pelo Cooperativismo e pela Agricultura Familiar A defesa é do relator da MP que trata da miséria, deputado Assis do Couto (PT-PR) O combate à miséria vai passar diretamente pela área rural brasileira. É onde estão 47% dos pobres no país. É o que defende o relator da MP que trata do tema, deputado Assis do Couto (PT-PR). “Estou como relator da Medida Provisória 535, que estrutura vários programas de combate à pobreza, que é uma das marcas da nossa presidenta Dilma, a MP do Plano Brasil Sem Miséria. Então estou relatando essa MP com muitas reuniões no governo, com as entidades, com os deputados, que apresentaram emendas, e queremos oferecer o melhor que nós pudermos para que a presidenta Dilma alcance este tão nobre, mas tão desafiador objetivo, de combater a pobreza no país. “Então a economia brasileira tende a crescer, a ser uma das economias mais fortes do mundo, portanto seria contraditório uma economia forte, rica, com pessoas vivendo na pobreza”, defende Couto. Para resolver a questão, a Agricultura Familiar e o Cooperativismo deverão ser o centro do projeto de combate à miséria no Brasil, como adiante Assis do Couto. “Hoje o produtor de matéria prima ele transfere para outros setores da economia grande parte da riqueza produzida, então com isso também nós queremos nesta MP de combate a pobreza, estruturar um programa de apoio, de incentivo ao cooperativismo da agricultura familiar”. Incentivo ao mercado interno As crises internacionais têm servido de escola para o Brasil, com ações como o incentivo a indústria nacional. Segundo Assis do Couto, é nessa área que o governo deve encontrar saídas para o fim da miséria. “Agora a maior sustentação da nossa economia que superou a crise de 2008, e que tenderá superar a nova crise macroeconômica mundial é o nosso mercado interno. E não há mercado interno com gente pobre. Mercado interno se faz com classe média. Acho que essa é uma busca necessária do governo da presidenta Dilma na continuidade daquilo que fora realizado pelo governo do presidente Lula”. Confira abaixo a transcrição da entrevista de Assis do Couto. “Nós estamos inclusive visitando algumas experiências positivas, exitosas no combate a pobreza, principalmente a pobreza rural, porque 47% dos pobres no Brasil estão na área rural. Embora tenhamos menos de 20% da população vivendo no meio rural. Então nós precisamos estruturar bem os programas que combatam essa situação nas áreas rurais, que é muito diversificada. No Sul é uma realidade, no Centro-oeste é outra, Norte e Nordeste, Sudeste, e nós estamos tentando equacionar essas realidades para que o programa de Combate a Pobreza tenha êxito”. “Então a economia brasileira tende a crescer, a ser uma das economias mais fortes do mundo, portanto seria contraditório uma economia forte, rica, com pessoas vivendo na pobreza. Então nós podemos vender essa imagem de uma economia forte, se nós vendermos junto com isso uma imagem de um país que conseguiu vencer essa que é uma das chagas seculares do Brasil que é a pobreza. Hoje o produtor de matéria prima ele transfere para outros setores da economia grande parte da riqueza produzida, então com isso também nós queremos nesta MP de combate a pobreza, estruturar um programa de apoio, de incentivo ao cooperativismo da agricultura familiar. Porque esses agricultores mais pobres individualmente eles não vão conseguir superar os desafios que eles enfrentam na industrialização, no mercado, só a através das Cooperativas poderão fazer isso. Então nós também estamos tratando desse tema do cooperativismo inclusive de olho no ano de 2012, que é o ano internacional das cooperativas, instituído pela ONU. E na sua carta a ONU deixa muito claro que as cooperativas no mundo inteiro foram capazes e são responsáveis pela superação de situações de pobreza em várias regiões do mundo. E a ONU vai cobrar de cada governo no mundo inteiro, ações concretas em defesa e em políticas de incentivo ao cooperativismo. Nossa presidenta Dilma com certeza estruturará programas de apoio ao cooperativismo. Principalmente nesse campo da agricultura familiar, e da economia solidária, que são hoje responsáveis por tirar muitas pessoas da situação de pobreza”. “Agora a maior sustentação da nossa economia que superou a crise de 2008, e que tenderá superar a nova crise macroeconômica mundial é o nosso mercado interno. E não há mercado interno com gente pobre. Mercado interno se faz com classe média. Acho que essa é uma busca necessária do governo da presidenta Dilma na continuidade daquilo que fora realizado pelo governo do presidente Lula”. (Portal do PT)
X
  1. RádioPT - Assis do Couto fala sobre Brasil Sem Miséria
0.00 | 4.01

Nenhum comentário:

Postar um comentário